Negócios e esportes: O mundo é uma bola!

O mercado esportivo é um dos mais promissores da economia global

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A 5a edição do PlastShow acontecerá entre os dias 6 e 9 de abril de 2010
Se a inovação não gerar valor para o cliente ela não está cumprindo sua missão
Copiado descaradamente do Viomundo
Isso a imprensa golpista vendida não mostra.
por Luiz Carlos Azenha
Aconteceu em algum momento da tarde de ontem, 03/02/2010, diante do sambódromo do Anhembi e perto daquela tubulação prateada da Sabesp que passa sobre o rio.
Uma escavadeira da marca Komatsu, que no dia anterior estava sobre uma balsa, tombou no leito do Tietê.
No dia anterior a cena tinha me chamado a atenção: a máquina parecia trabalhar na limpeza da calha do rio, retirando areia e detritos do fundo do Tietê e depositando em uma barcaça.
Operários da construção civil que estavam na margem do Tietê me disseram que com a enchente — o Tietê transbordou ontem muito perto dali, na ponte da Casa Verde — a balsa ficou instável e a máquina mergulhou no rio.
Deveria ser um bom sinal que o governo paulista decidiu fazer agora o que poderia ter feito antes. Mas também pode não ser: será que a limpeza deveria ser feita assim, justamente no período de chuvas?
Fica parecendo que o governo paulista decidiu fazer uma limpeza cenográfica, só para aparecer nas imagens dos helicópteros das emissoras de TV, já que a quantidade de terra, pedra e lixo que deveriam ter sido retirados pelo governo paulista da calha do Tietê nos anos de 2006, 2007 e 2008 — mas não foram — é uma enormidade. Foi o que demonstrou a Conceição Lemes.
Os operários que “vigiavam” a máquina mergulhada no rio disseram que não havia ninguém na balsa na hora do acidente.
A foto abaixo mostra uma escavadeira parecida com a que afundou, quando se fazia a obra de ampliação da calha do rio Tietê
Recapitulando para os que chegaram agora: a obra de aprofundamento da calha do rio Tietê, concluída durante o governo de Geraldo Alckmin, prometia acabar com as enchentes em São Paulo.
Na região em que a máquina da Komatsu caiu, por exemplo, hoje a profundidade do Tietê deveria ser de 9 a 10 metros, se tivesse havido a manutenção da obra.
Se a profundidade de fato fosse essa, convenhamos que a máquina da Komtasu teria sumido no rio Tietê.
Não sumiu. Todo o braço dela, com a marca Komatsu, ficou do lado de fora.
O que me leva a sugerir a manchete da Globo, se a emissora decidir noticiar: graças a Serra, São Paulo recupera máquina que se jogou no Tietê.
PS: Não muito longe dali, as máquinas continuavam à toda trabalhando na grande obra de José Serra: a ampliação das marginais do Tietê. Estavam “produzindo” montanhas de terra, que em seguida seriam varridas para dentro do rio pelo temporal diário, contribuindo ainda mais com o assoreamento. Essas obras não podem atrasar: precisam ser inauguradas por Serra antes que ele deixe o governo para tentar fazer pelo Brasil o que fez por São Paulo.
O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), está submetendo à fome cerca de 2.600 crianças e adolescentes órfãos atendidos por 102 abrigos e 15 Centros de Referência da Criança e do Adolescente (Crecas). Desde o início do ano, em vez de enviar alimentos, o Governo Kassab manda apenas R$ 2.289 mensais a cada entidade, o que equivale, em média, a R$ 3,80 por dia para as cinco refeições diárias que deveriam ser servidas às crianças. “Esse dinheiro não dá para comprar nem uma coxinha e um suco. As crianças e adolescentes que vivem em abrigos agora correm o risco de passar fome”, afirmou a ontem, por meio de sua assessoria de imprensa, a promotora Dora Martin Strilicherk, que conduz investigação aberta pela Promotoria de Justiça de Defesa dos Interesses da Infância e Juventude sobre o corte na alimentação dos órfãos paulistanos.
O Ministério Público calcula que a Prefeitura deveria repassar às entidades o dobro do valor que está mandando. De acordo com o MPE, a situação das entidades, sem os alimentos desde janeiro, é crítica. Não há mais estoques de alimentos sequer para os próximos dias.
Não é a primeira vez que o Governo Kassab corta gastos na área. No ano passado, o prefeito tentou reduzir a quantidade de alimento oferecida às crianças em todas as creches municipais. Em setembro de 2009, a Secretaria Municipal da Educação pediu aos pais de alunos que escolhessem qual refeição sairia do cardápio: o café da manhã ou o jantar. Kassab chegou a dizer que as crianças comiam demais.
“Tecnicamente, há estudos nutricionais. Tanto faz mal comer de menos como demais. Os estudos nutricionais é que têm prevalecido nessas mudanças”, disse o prefeito naquela época. Criticado, recuou. Agora, usa argumento semelhante.
A Secretaria da Assistência Social emitiu nota informando que pretende rever, em prazo indeterminado, o valor do repasse destinado à alimentação dos menores em abrigos conveniados. A nota diz que já está em andamento um estudo para readequação da verba.
“Tal estudo terá como base uma ampla pesquisa de mercado que culminará na atualização do valor da despesa, com efeito retroativo a 1º de janeiro”, afirma a nota.
O Ministério Público desconfia de que não há estudo nenhum, porque há quatro meses pede e não recebe informações da Secretaria da Assistência Social sobre a alimentação para os órfãos. Segundo a Procuradoria, o Governo Kassab mudou as regras em outubro, de maneira informal.
O desinteresse do Governo Kassab pela alimentação dos órfãos é traduzido também por sucessivas mudanças de órgãos responsáveis pela distribuição de alimentos. A Secretaria da Assistência é o terceiro órgão designado pelo prefeito Kassab para tratar disso. De 2008 para cá a tarefa esteve sob responsabilidade da Secretaria de Modernização, Desburocratização e Gestão e, depois, do Departamento de Merenda Escolar da Secretaria de Educação.
Fonte:http://www.brasiliaconfidencial.inf.br/?p=9115
Para ele, os prédios vazios no centro de SP foram abandonados devido ao baixo valor do IPTU, porque não há outro motivo que explique tantos imóveis desocupados na região central.
Também nem interessa saber quais seriam os outros motivos, o negócio é arrecadar!
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